Cristiane Poleto
Brasília DF - 20/01/2018

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Índice da Construção Civil registra queda em agosto, diz IBGE

12/09/09

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O Índice Nacional da Construção Civil foi de 0,20% em agosto, com queda de 0,28 ponto percentual em relação a julho (0,48%.) Dados divulgados nesta quinta-feira (10/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que comparando com o resultado de agosto do ano passado (1,28%), o índice atual apresentou recuo de 1,08 ponto percentual.






No ano, o índice acumula alta de 4,3%, bem abaixo dos 7,72% observados em igual período do ano passado. O resultado dos últimos 12 meses ficou em 8,26%, também inferior aos 9,43% dos 12 meses fechados em agosto de 2008.






Em agosto, o custo nacional da construção civil por metro quadrado passou de R$ 704,97 em julho para R$ 706,36% no mês passado. Desse valor, um total de R$ 407,7 são relativos aos materiais e R$ 299,19 à mão-de-obra, revela a pesquisa do IBGE.






De acordo com o levantamento, realizado em convênio com a Caixa Econômica Federal, a partir do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), a parcela de materiais registrou leve queda de 0,06 ponto percentual, passando de 0,35% para 0,29%, de julho para agosto.






O item mão-de-obra teve um recuo mais acentuado, de 0,58 ponto percentual, ficando em 0,07%, em virtude de apenas no estado de Sergipe ter havido reajuste salarial.






No ano, os materiais acumularam alta de 2,91% ante os 8,08% do mesmo período do ano passado. A mão-de-obra, segundo o IBGE, acumulou alta de 6,42% contra 7,23% em igual período de 2008. Em 12 meses, os resultados apresentam alta de 8,34% nos materiais e de 8,15% na mão-de-obra.






Por região do país, o Centro-Oeste registrou a maior variação (0,46%) no índice da construção civil, em agosto de 2009. O Sul apresentou a menor taxa mensal, de 0,06%. Nas demais regiões os resultados foram de 0,42% no Norte, de 0,26% no Nordeste e de 0,11% no Sudeste.






No acumulado do ano, o Sul manteve-se com a maior alta, de 4,71%, porém, considerando os últimos 12 meses até agosto, o resultado da região foi o mais baixo do país, ficando em 7,52%.






De acordo com a pesquisa, o menor acumulado regional, de janeiro a agosto, foi registrado no Norte (3,82%), mas nos últimos 12 meses a região apresentou a maior elevação, de 9,20%.






Por metro quadrado, os custos regionais foram de R$ 748,11 no Sudeste, de R$ 700,68 no Norte, de R$ 698,45 no Sul, de R$ 676,99 no Centro-Oeste e de R$ 659,92 no Nordeste.

Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/

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