Cristiane Poleto
Brasília DF - 21/01/2018

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Unidades pequenas lideram o mercado

18/09/13

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Com preços acessíveis, apartamentos de 30 m² a 46 m², em condomínios fechados, podem ser alternativa para quem procura praticidade e conforto sem gastar muito




Preparados para oferecer praticidade, os apartamentos de até 46 m² correspondem a uma boa fração do mercado imobiliário do Distrito Federal e de outras grandes cidades do país, ainda mais por oferecerem uma vasta gama de opções, tanto de lazer como de serviços.


Desenhados para aproveitar cada centímetro, os apartamentos não deixam a desejar. O espaço reduzido é compensado com outros benefícios oferecidos nas zonas comuns. Lavanderia, vaga de garagem, home office, zona gourmet, espaço mulher e outros itens são elementos e serviços disponíveis nestes empreendimentos modernos. “A lavanderia é indispensável, não há espaço para lavadoras em apartamentos com esta metragem. O home office, foi pensado, inicialmente, como ponto para uso de internet, porém, hoje, também é utilizado para recepção de clientes e reuniões de negócios. O espaço mulher é um conceito mais novo e está preparado com espelhos, cadeiras de salão para corte de cabelo, além de contar com salas para massagens. Tudo está pensado para que o tamanho do apartamento não influencie na qualidade de vida”, explica o coordenador da EBM, Hamilton Nunes.



De acordo com Hamilton, a maior parcela das vendas em 2013 corresponde a imóveis de um quarto, com metragem de entre 30 m² e 46 m². “Mesmo sendo apartamentos pequenos, oferecem as facilidades com um alto padrão de excelência. É um investimento em qualidade de vida”, afirma. Ainda de acordo com Hamilton, atualmente um apartamento com um tamanho médio de 33 m², em um bairro de classe média do DF, custa aproximadamente R$175 mil, podendo variar de acordo com a localização. “Os itens e a alta qualidade dos empreendimentos ditam o valor destes imóveis no mercado”, comenta Hamilton.


O vice-presidente do Sindicato da Habitação do DF, Ovídio Maia, explica que o adensamento populacional nas grandes cidades e a dificuldade de mobilidade provocada por este acúmulo de pessoas, estimularam uma mudança de conceito no mercado imobiliário. “As grandes cidades acumulam um grande número de pessoas. Hoje, no DF, temos uma média de quase um veículo por habitante, isso dificulta muito a mobilidade. Muita gente prefere evitar o deslocamento. Os condomínios são verdadeiras minicidades. Você dispõe de tudo o que precisa sem a necessidade de se locomover e melhor ainda, com privacidade”, conta Ovídio Maia.


Preço baixo e com atrativos

De acordo com o vice-presidente do Secovi, Ovídio Maia, além da praticidade, a redução de custo é outro atrativo dos imóveis de tamanhos menores. Com os valores das taxas de condomínio adaptados aos benefícios disponíveis, outros gastos podem ser eliminadas do orçamento. O que antes era considerado despesa quase que obrigatória para alguns, agora está incluído nas cotas de manutenção, influenciando diretamente na saúde econômica de quem faz esta opção.


“São empreendimentos com um número elevado de apartamentos, consequentemente, diminui o valor da taxa de manutenção do condomínio. Além disso, ao ter tantas opções, as pessoas terminam eliminando outros gastos porque fazem boa parte da vida social dentro do condomínio. Vão à academia, recebem os amigos, fazem festas, reuniões. Mudam um pouco o comportamento e isso reflete no bolso”, explica.


Gustavo Veras, 30 anos, antes morador da Asa Sul, conta que desde que mudou para o condomínio Sport Club no Guará, eliminou gastos com academia e clube recreativo. Explica também, que a tranquilidade foi um dos fatores que pesaram na hora de tomar a decisão. Com câmaras de vigilância, porteiros e seguranças especializados durante às 24 horas, a preocupação com a segurança já não faz parte de sua rotina.


“Não tenho que me preocupar com segurança, temos duas vagas de garagem, as câmaras vigiam o tempo todo. Os porteiros fazem um controle excelente de quem entra e de quem sai do condomínio e os seguranças fazem rondas periódicas. Vivo tranquilo. Considero justo o que pago pelo condomínio e ainda tenho todo tipo de comércio aqui perto. Acredito que fiz um bom negócio”, conta Gustavo.

Fonte: www.portalimoveisdf.com.br

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