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Brasília DF - 19/07/2018

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2012 - Créditos a perder de vista, as perspectivas para o mercado de imóveis e da construção civil

30/01/12

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  Crédito a perder de vista


No ano que se inicia, as perspectivas para o mercado de imóveis e da construção civil são de mais de R$ 150 bilhões em crédito habitacional. O montante representará uma revolução no setor, que responde por uma fatia cada vez maior da economia do país



DANIEL GUERRA

dguerra@jornaldacomunidade.com.br 
 Redação Jornal da Comunidade




 


Investir em imóveis tem sido uma excelente aposta para quem quer rentabilidade Foto: Rúbio GuimarãesInvestir em imóveis tem sido uma excelente aposta para quem quer rentabilidade

Cerca de 30% a mais em comparação direta com 2010. Assim foi fechado o balanço de 2011 em termos de crédito para o financiamento imobiliário no Brasil. Em números, significa dizer que R$ 117 bilhões foram movimentados em ações do setor da construção no último ano. Para 2012, a estimativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) é de que o valor final ultrapasse os R$ 152 bilhões.

 




Para um país que se encontra em franco desenvolvimento, buscando incessantemente a afirmação no cenário econômico mundial, o aquecimento do setor vem em um excelente momento para a estratégia brasileira. O fortalecimento do mercado interno e a ampliação do crédito são os pilares para combater a crise internacional neste início de 2012. Apostar no consumo interno e na redução da taxa de juros é uma possível válvula de escape para o Brasil frente à turbulência nas principais economias europeias.




A crise econômica que algumas nações da Europa atravessam parece não surtir tantos efeitos em Brasília. Muito dessa confiança deve-se, principalmente, à força e à expressão que o mercado imobiliário local conferem à economia da capital federal. Consequência disso é que o GDF poderá investir neste ano R$ 28,5 bilhões (7% a mais que em 2011), sendo R$ 16,8 bilhões do orçamento próprio, R$ 9,97 bilhões do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e R$ 1,6 bilhão de recursos das empresas estatais. Trata-se do maior orçamento da história do DF.




Empresários e demais dirigentes das empresas do setor da construção civil receberam a notícia com entusiasmo. “É importante ressaltar que realmente há uma oferta ampla de crédito por parte dos bancos, porém é fundamental que a empresa tenha solidez financeira, credibilidade e excelente padrão de qualidade em suas obras para conseguir ter acesso aos recursos. Como esses sempre foram os pilares da atuação da Villela & Carvalho no mercado de incorporação imobiliária, sempre encontramos, nos bancos, parceiros para investimentos”, explica Ludmila Fernandes, diretora de Empreendimentos da Construtora Villela & Carvalho.




Em 2009, a valorização média dos imóveis no Distrito Federal foi de 25%, de acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Somados, 2010 e 2011 também garantiram excelente retorno para quem comprou apartamentos, flats, casas e outros: 39% a mais. Frente a este panorama de crescimento, motivos não faltam para investir em imóveis ou parar de pagar aluguel.


 


M2  em alta


Ludmila Fernandes, diretora de empreendimentos da Villela e Carvalho, diz que construtora vê os bancos como bons parceirosFoto: Alan SantosLudmila Fernandes, diretora de empreendimentos da Villela e Carvalho, diz que construtora vê os bancos como bons parceiros

Para se ter uma ideia de como é rentável comprar imóveis no DF, a Fipe aponta que o maior valor do metro quadrado em território brasileiro está aqui: R$ 7.719. O Rio de Janeiro, mesmo recebendo os Jogos Olímpicos de 2016, está em segundo lugar, com média de R$ 7.421. Entre as construtoras do DF, é grande a expectativa pelo crescimento na procura por financiamentos. Os motivos são bastante fortes: entrega dos primeiros empreendimentos no Setor Noroeste; a expansão do mercado hoteleiro com a proximidade da Copa das Confederações e a consolidação de Águas Claras.

 




Ludmila Fernandes lembra que o imóvel, além de ser um produto de crescente valorização, também se transforma em uma fonte de renda para o comprador. “Ele (proprietário) pode alugar seu imóvel, seja comercial ou residencial, apartamento ou casa, e pagar o imóvel com o próprio rendimento que terá após a entrega do empreendimento”, ressalta.




A diretora destaca também a contribuição das empresas para este cenário favorável. “A Villela investe anualmente cerca de R$ 100 milhões no mercado imobiliário do DF. A perspectiva para 2012 é ainda melhor, pois estamos em fase final de planejamento dos lançamentos e a previsão é de que ainda no primeiro semestre sejam anunciados novos empreendimentos, com diferentes tipologias e localizações, mas com a qualidade que o público constata ao visitar nossos apartamentos”, complementa.



 


Fonte: Jornal da Comunidade, 28 e 29/01/2012

Fonte: http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-01-28/imoveis/4644/CREDITO-A-PERDER-DE-VISTA.pnhtml

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