Cristiane Poleto
Brasília DF - 19/11/2018

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Comodidade tem nome: Sudoeste

04/07/11

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Comodidade tem nome: Sudoeste

Bruno Moura trabalha há quase cinco anos no bairro e mudou recentemente para lá a fim de ficar mais perto do seu trabalho



Depois que mudou para o Sudoeste, bairro que aprendeu a amar, Bruno passou a dormir melhor e chega cedo ao trabalhoFoto: Rose BrasilDepois que mudou para o Sudoeste, bairro que aprendeu a amar, Bruno passou a dormir melhor e chega cedo ao trabalho

Encontro Bruno pela manhã. Faz frio. Com seu sorriso costumeiro, me recebe contando as novidades. “Agora que mudei para o Sudoeste, consigo dormir mais e ainda chegar cedo no trabalho”. Desde 2007 ele trabalha com o pai, Eduardo Moura, dono de um estabelecimento misto de loja e oficina de motos.

Bruno é mais que um simples ajudante do pai: é o braço direito. E hoje, Edu, como o empresário prefere ser chamado, não imagina a rotina na loja sem o filho.


Quando morava com os pais, no Altiplano Leste, os dias do jovem de 24 anos começavam muito cedo. O percurso entre a oficina e a casa dos pais era muito grande. Apesar de a Ponte JK ter ajudado muito, a distância continua considerável.


Mas esse não era o único problema. Ele tinha de seguir os horários dos pais, pois ninguém podia voltar para buscá-lo mais tarde, ou ele mesmo voltar para pegá-los.


Nível cultural é um atrativo do bairro


Entre um café e uma água, sentado no hall da loja, Bruno explica como surgiu a oportunidade de morar no Sudoeste: “Era um dia normal, quando a ex-moradora do apartamento em cima da oficina avisou que estava de saída. Conversei com meu pai e decidimos que me mudaria para cá.” Bastante contente com a escolha, Bruno aprecia o alto nível cultural do bairro. “As pessoas são muito educadas, todos se respeitam. A limpeza do bairro também chama a atenção.”




O projeto urbanístico do Sudoeste foi aprovado em 1988 e por isso os arquitetos tiveram tempo de evitar alguns erros cometidos na construção de Brasília. “O bairro se situa em uma excelente área, perto do Parque da Cidade”, comenta. Bruno quase não sai do Sudoeste. “Aqui tem tudo que o morador precisa: academia, mercado, restaurantes e até um shopping. Só saio para resolver problemas da loja. O bairro já se tornou autossuficiente”, acrescenta. A escolha do lugar para morar foi meio ao acaso, mas Bruno não troca o bairro por outro lugar de maneira alguma.


A praticidade no bairro não é comum. Poucas pessoas têm a oportunidade de morar e trabalhar no mesmo bairro. E Bruno considera este o ponto alto do lugar. “Afinal, posso acordar 15 minutos antes de o expediente começar e chegar tranquilamente na hora.” Porém, o bairro, como qualquer outro local, também tem seus defeitos.



O que Bruno gostaria era que as lojas do bairro tivessem um mesmo padrãoFoto: Lula Lopes/CedocO que Bruno gostaria era que as lojas do bairro tivessem um mesmo padrão




Padrão para as lojas

No setor de oficinas do Sudoeste, por exemplo, onde Bruno trabalha, faltam algumas coisas. “Poderia existir um tipo de padrão para as lojas. Talvez com uma organização maior houvesse uma maior demanda de clientes para todos. Existe até um administrador para o setor, mas nem sei quem é”, esclarece Bruno.


Por ser um bairro de classe média e alta, o Sudoeste se tornou um lugar muito bom para se abrir um negócio. “No começo do bairro, antes mesmo de abrirmos a loja, não existia muito comércio. Hoje existem cerca de 1.600 estabelecimentos comerciais. As pessoas têm o poder aquisitivo muito alto e isso é muito bom para os negócios”, avalia Bruno.


O jovem é mais um de milhares de moradores satisfeitos. Ele nem pensa em se mudar do bairro. “O único jeito de me mudar daqui é se conseguir um lugar maior no próprio Sudoeste”, finaliza.




Fonte: Jornal da Comunidade

Fonte: http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2011-07-02/imoveis/5120/COMODIDADE-TEM-NOME:-SUDOESTE.pnhtml

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