Cristiane Poleto
Brasília DF - 19/01/2018

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Comerciais estão em alta

29/05/11

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Comerciais estão em alta


No mercado imobiliário peculiar de Brasília, onde “nada se perde, tudo se valoriza”, imóveis comerciais e corporativos são os mais cotados. Alta demanda por representatividade no DF justifica tendência



Tamanho da Fonte     EVELIN CAMPOS

evieira@jornaldacomunidade.com.br
 Redação Jornal da Comunidade



Empresários apostam que, nos próximos dez anos, Brasília demandará a construção de muitos empreendimentos comerciaisEmpresários apostam que, nos próximos dez anos, Brasília demandará a construção de muitos empreendimentos comerciais

Brasília tem atraído cada vez mais investimentos em imóveis comerciais e corporativos. Na mesma medida, a procura de empresas e profissionais liberais por esse tipo de empreendimento está crescendo. Apesar de jovem, a capital do país carrega grandes responsabilidades por sediar estatais e corporações de importância nacional. Tal fator, somado à forte atuação política e econômica no Planalto, enche os olhos de uma demanda crescente por representatividade em Brasília.




A procura também é reflexo do bom momento vivido pelo país, na visão de Carlos Hiram Bentes, presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi-DF). “O Brasil é a bola da vez. Estamos com muito crédito e investimentos internos e externos, por exemplo. As expectativas para a economia são boas e o segmento de imóveis comerciais vem junto. Haverá investimento e crescimento nesse mercado”, prevê.




As localidades mais procuradas são as próximas ao centro de Brasília, com destaque para o Setor de Indústrias Gráficas (SIG) pelo fácil acesso ao Eixo Monumental e outras vias importantes da cidade, além de valiosas áreas para construção. “O SIG está bombando, pois hoje é um setor essencialmente comercial, com grandes empresas instaladas”, afirma Paulo Baeta, diretor da Paulo Baeta Empreendimentos Imobiliários.




A valorização contínua desses empreendimentos é outro potencial dos imóveis comerciais e corporativos. “Estudos mostram valorização de 500% ao ano nos últimos dez anos, uma média de 55% ao ano. Há dois anos os preços do metro quadrado no SIG giravam em torno de R$ 5 mil. Hoje é algo em torno de R$ 11 mil”, calcula Leonel Alves, diretor comercial da Lopes Royal.




A rentabilidade em locações, por sua vez, segue o caminho da valorização de forma mais lenta, porém eficaz. “Para aluguel, o preço do metro quadrado está na faixa de R$ 80 mil a R$ 110 mil. E a taxa de vacância de salas comerciais é de menos de 3%”, diz Leonel. A tendência, segundo Carlos Hiram, aponta para a reação dos preços. “A locação passa por um processo de recuperação e já está ascendendo. A perspectiva é de chegarmos a um patamar de 0,5% a 0,7% de rentabilidade, padrão mundial muito bom”, presume.




O diretor comercial da Lopes Royal também revela otimismo quanto ao mercado de imóveis comerciais. “Nos próximos dez anos Brasília será o foco das grandes empresas. Quem lançar, construir ou investir nessa área terá um resultado muito positivo”, estima. A realização da Copa do Mundo e da Copa das Confederações também deve trazer novas demandas e bons frutos à capital federal.


 


José Floriano bateu recorde de vendas e ganhou um carro zero quilômetro Foto: Dinah FeitozaJosé Floriano bateu recorde de vendas e ganhou um carro zero quilômetro

Sucesso premiado




A Norge Construção e Incorporação premiou, na quinta-feira (26), os gerentes, supervisores e a equipe de 200 corretores da Paulo Baeta Empreendimentos Imobiliários, responsáveis pelas vendas do Platinum Office, no SIG. Em apenas 72 horas foram vendidas 98% das 180 unidades comerciais. Ao corretor com o maior volume de vendas foi dado um carro zero quilômetro.




O vencedor foi José Floriano Silva. “Esse mercado está aquecido porque há muita demanda. Para o Platinum, tivemos uma comunicação eficiente, com marketing direcionado ao público-

alvo”, ressaltou Floriano.


 


A busca pelos diferenciais


 


O salto do mercado imobiliá-rio em Brasília atraiu a atenção das empresas do setor para as demandas residenciais, deixando de lado as necessidades comerciais e empresariais. Cerca de 80% dos imóveis ofertados ainda são residenciais, observa Paulo Baeta. “Existe uma demanda comercial reprimida e uma procura muito grande”, compara. Esse cenário já sofreu mudanças e o interesse do setor da construção civil pelo segmento começou a crescer.




Agora, os olhares se voltam para outras questões, como a escassez de áreas no centro da cidade. “Brasília carece desses terrenos, pois muitas áreas são tombadas e setorizadas”, explica Leonel Alves. A falta de estrutura dos empreendimentos existentes é outro desafio que gera mais demanda. “Boa parte dos compradores é formada por pessoas e empresas que querem sair de prédios antigos para se instalar em prédios modernos”, avalia Paulo Baeta.




Diferenciais como automação predial, monitoramento constante e viabilidade para instalação de equipamentos e tecnologias são alguns dos pré-requisitos do público-alvo desses empreendimentos. O ambiente externo aos edifícios precisa ter estacionamentos rotativos e número de vagas suficiente para atender a clientela dos empresários. “Os prédios mais antigos do setor comercial não têm fácil acesso, sofrem com a falta de estacionamentos e as estruturas não contemplam as exigências do mercado atual”, alega o diretor da Lopes Royal.




Entre essas exigências está a de espaço. Muitas empresas precisam de dimensões amplas para comportar seu crescimento e em Brasília não há muitas áreas extensas e bem localizadas. Para fazer a diferença e conquistar o cliente, a  incorporadora Cyrela proporciona “alto nível de tecnologia, segurança, conforto e comodidade em seus empreendimentos”, assegura Andreas Yamagata, diretor da regional Centro-Oeste da empresa.


Fonte: Jornal da Comunidade

Fonte: http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2011-05-28/imoveis/99018/COMERCIAIS-ESTAO-EM-ALTA.pnhtml

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